3ª Temporada | Som no Cinema

Módulo 1 | SOUND DESIGN, com com Rémi Stengel (SP)

PALESTRA: 15/05/17  9:00h   /  OFICINAS: 15 A 19/05/17   14:00h

 O processo de criação, planejamento e execução de um projeto de som

(inter-relação entre vozes, ruídos e música) no cinema, conforme o

desenvolvimento dos meio de gravação e reprodução sonora. O surgimento

da função do sound designer e sua relação com os demais profissionais do

som e da imagem. Criação de efeitos sonoros em plataformas digitais.

Discussão acerca de trilhas sonoras compostas por diferentes projetistas de

som.

             Rémi Stengel (SP)

 Natural de Paris, Rémi é engenheiro de gravação de som em externas e em

estúdio, sound designer, montador de música e mixador. Ocupou diferentes

cargos na cadeia de produção do som para a ficção e documentário, em

televisão e cinema. Grava de dublagens e foley a orquestras sinfônicas. Sua

formação foi finalizada construindo estúdios e trabalhou como assistente do

renomado Dominique Dalmasso nas mixagens de longas-metragens para

diretores franceses como Claude Chabrol, Cédric Klapisch, Coline Serreau,

Radu Mihaileanu, Gérard Corbiau e Jean-François Stévenin.

 

 

Módulo 3 | Edição de Som e Mixagem, com Julian Ludwig e Ariel

Henrique (SP)

PALESTRA: 24/08/17  19:00h   /   OFICINAS: 22 A 25/08/17  14:00h

         

Edição de áudio: técnicas e métodos de organização. Especificidades das

edições de diálogos, som ambiente, efeitos sonoros de diferentes

classificações, som direto e música, e a preparação para a mixagem.

Dublagem: características, procedimentos e integração. Preparação para a

banda internacional. Limpeza e restauração de som.

Mixagem: conceito e finalidades conforme a mídia de destino (cinema,

música, televisão). Configurações de uma sala de mixagem: da acústica ao

tipo de monitoração. Os principais processos em uma mixagem: nível,

resposta de frequência, controle de dinâmica, redução de ruídos, efeitos e

posicionamento do som. Etapas do processo: signal flow; pré-mix de diálogo,

efeitos (ambientes, foley, hard effects, design effects) e trilha musical;

separação por stems (dial mix, music mix, effect mix); mix e master finais.

Tipos de exportação de arquivo para cinema e TV (analógico e digital).

Delivery: conceito e procedimentos mais usuais. Loudness: conceito e atual

debate no mercado brasileiro.

             Julian Ludwig (SP)

 

 

Natural da Alemanha, Julian J. Ludwig estudou no Instituto de Violão e

Tecnologia, LEM – Linguagem e Estruturação Musical e na Universidade

Livre da Música. Trabalhou para empresas como: Guaraná Antartica, TV

Gazeta, NET, Chivas Regal, FNAC, Prefeitura de São Paulo, Mukeca Filmes,

Agência LEW’LARA TBWA, Agencia MPM, Agência Content House entre

outras. Fez trilhas para programas de TV como: Internet-se (Rede TV), Você

Bonita (TV Gazeta), Mix Mulher (TV Gazeta), Os Impedidos (TV Gazeta),

Estação Pet (TV Gazeta), CQC (TV Band) Vinheta Oficial TV Gazeta, entre

outras. Também atuou em vários longas e curtas metragens, incluindo

mixagem em 5.1 e serviços de pós-produção. Destaca-se o filme "Metanoia"

da Europa Filmes, com distribuição da O2 Play, eleito um dos 2 melhores

filmes de 2015 segundo o iTunes. Em 2006, fundou o Projeto “Primeiro

Concerto” onde atuou como Presidente e passou a administrar o fórum de

violão BrazilianGuitar.net. Também idealizou a BGM (Brazilian Guitar

Magazine), revista online open-source, onde atua como Editor Executivo.

Atualmente é diretor da produtora de áudio Jacarandá, Jacarandá Licensing,

Loc On Demand, Pro Áudio Clube em São Paulo e professor da Academia

Internacional de Cinema.

    

 

       Ariel Henrique (SP)

 Formado pelo IAV – SP, Ariel Henrique iniciou sua carreira nos estúdios

de música dos Estúdios Mega – SP, sob a gerência do saudoso

engenheiro de áudio Guilherme Reis. Antes de migrar para o

audiovisual, teve grande experiência na produção musical (gravação,

mixagem e masterização) de renomados artistas do cenário musical

brasileiro, oportunidade em que trabalhou com alguns dos produtores

mais conceituados do país. Passou a atuar na finalização de som para

Cinema e TV e, alguns anos depois, estabeleceu-se como Engenheiro

de Mixagem. Atualmente, é mixador e supervisor técnico do Depto. de

Áudio da Cinecolor Digital, onde trabalha na finalização de som de

curtas e longas-metragens para Cinema, documentários, telefilmes e

séries para TV. É, também, professor de mixagem no curso de Som

Para TV e Cinema da AIC – SP (Academia Internacional de Cinema).

 

Módulo 3 |– Foley, com Fernanda Nascimento (SP)

Oficina: 30/08  a 01/09 - 14h

palestra: 31/08 - 9h

 

 A arte do Foley: conceito. História da composição de sons para objetos. O

trabalho dos artistas de foley. Panorama geral da edição de foley: construindo

sonoramente a ação de uma cena (o foco sonoro, acontecimentos extra-tela

e composição do som direto). Interpretação para criação de ruídos

produzidos em sincronia com a imagem. Aspectos técnicos de gravação:

escolhas dos microfones, diferentes métodos de captação, escolha dos

materiais e procedimentos de gravação divididos

em Footsteps (passos), Clothes (roupas) e Props (objetos de cena).

Identificação dos objetos utilizados para a produção dos mais diferentes

sons. Organização dos arquivos de foley para integração com os demais

sons de uma obra audiovisual.

       Fernanda Nascimento (SP)

Editora de Som com experiência em captação de Som Direto. Formada em

Audiovisual pela ECA-USP, esteve nas equipes dos estúdios Effects,

coordenado por Miriam Biderman e Ricardo Reis, e Casablanca Sound, sob

supervisão de Luiz Adelmo. Participou de filmes longas-metragens, como “O

Palhaço” de Selton Mello e “Jean Charles” de Henrique Goldman, além de

documentários, séries e programas de televisão entre os quais estão “Alice”

(HBO) e “9mm” (Fox). Faz pesquisa e ministra aulas de som para o

Audiovisual desde 2011.

 

 

 

Módulo 4 | SOM DIRETO, com Tide Borges (SP)

PALESTRA: Data a confirmar

OFICINAS: Data a confirmar

 

 Conceito e funções do som direto em uma obra audiovisual. Breve histórico

do som direto no Brasil. Utilização do som direto na ficção e no documentário.

A configuração e o trabalho da equipe no set de gravação. Principais técnicas

envolvidas na captação de som direto: situações e soluções mais frequentes.

Métodos de avaliação acústica de uma locação pela equipe. Preparação de

uma locação para a gravação do som. Equipamentos necessários à função:

tipos de microfones e seus diferentes usos, gravadores, etc. Organização dos

arquivos de som direto para o tratamento na pós-produção.

 

               Tide Borges (SP)

 Graduada e Mestre em Cinema pela ECA-USP. Professora da disciplina

Direção de Som do Curso de Cinema da Faculdade de Comunicação e

Marketing da FAAP, desde 2010, desenvolveu e ministrou diversos cursos de

captação de som direto. Realizou a Direção de Som de inúmeros filmes,

entre eles: “A Hora da Estrela” (1985), longa-metragem de Suzana Amaral;

“Eu” (1987), longa-metragem de Walter Hugo Khouri; “Romance” (1988),

longa-metragem de Sérgio Bianchi; 2002 – “Rogério Duprat, Vida de Músico”

Doc. para a TV de Pedro Vieira; “Olho de Boi” (2007), Longa-Metragem de

Hermano Penna, “Hotel Atlântico”(2007) , Longa-Metragem de Suzana

Amaral; “Luz nas Trevas” (2010), Longa-Metragem de Helena Ignez e Ícaro

Martins, roteiro de Rogério Sganzerla; “Dois Coelhos” (2012), Longa-

Metragem de Afonso Poyart; Telefilme “Mulheres Olímpicas” (2013),

produção Buriti/ESPN, de Laís Bodansky; “O primeiro Dia” (2015) da série Os

Experientes, direção Geral Fernando Meirelles, O2 filmes/ Rede Globo;

“Ausência” (2015), Longa-metragem de Chico Teixeira. É sócia fundadora

da Associação Brasileira de Cinematografia, da qual participa ativamente.